Eu, O CALEIDOSCÓPIO HUMANO
- giselezwicker
- há 6 horas
- 3 min de leitura
Olá e seja bem-vindo ao meu espaço!
Como esse é o meu primeiro post, acho que o melhor que posso fazer é justamente me apresentar, não é mesmo?
Meu nome é Gisele Zwicker e eu sou... muitas coisas. Muitas, mas muitas mesmo.
Uma vez, algum tempo atrás, um colega advogado me chamou de “caleidoscópio humano” – a cada nova luz, um novo lado meu aparece – e me encantei por essa definição, porque nunca me senti tão enxergada.
Eu sou uma infinidade de coisas – e, provavelmente, até o fim da minha vida, me tornarei umas tantas outras. Ainda bem!
Então, vamos começar por ordem cronológica:
Eu sou, em primeiro lugar, uma filha. Essa é uma das minhas funções mais importantes porque é da minha família que eu tiro a força e a segurança para ser eu mesma – e todas as “eus mesmas” que existem dentro de mim. Fui criada com muito amor e carinho por pais que sempre se esforçaram para me proporcionar as melhores oportunidades e nunca me fizeram duvidar do quanto me amavam e se dedicavam por mim.
Das derivações da função “filha”, vem também “irmã mais velha”, “sobrinha”, “prima”, “afilhada”, “madrinha” e “neta”. Todas as funções relacionadas à minha família são importantes porque eu amo a minha família e faço qualquer coisa por eles.
Além da família de sangue, vem também a que venho escolhendo. Então, sou “namorada” de uma pessoa que me inspira todos os dias a ser a minha melhor versão, ao mesmo tempo em que me faz sentir amada do jeito que sou. Sou também “humana” de dois gatos carinhosos e de uma cachorra muito arteira e companheira.
Sou também “canceriana”. E bem típica, viu? Daquele tipo que sempre que alguém me conhece e descobre meu signo pensa “faz sentido” – se antes não pensar “nossa, não acredito em nada dessas baboseiras”.
Vem, então, a função “amiga”, que eu ativei ali na primeira infância. E tenho muito orgulho em dizer que me dedico às minhas amizades – da maneira que posso – e cultivo muitas delas há anos.
Na primeira infância, nasceu também a “leitora”. Quando era pequena, ao invés de brinquedos, eu levava livros para a escola. Durante boa parte da minha vida – e principalmente antes dos smartphones -, você sempre me encontraria com o nariz enfiado em um livro, ou com as costas curvadas por causa dos livros que carregava na mochila.
E o meu lado “leitora” rapidamente puxou o lado “escritora”, que é hoje um dos mais importantes, porque é também minha vocação e meu sonho.
Aos treze anos, publiquei o meu primeiro livro “A Esquecida”, e um “sem número” de fanfics dos mais variados fandoms (Harry Potter, McFLY, etc). Foi só na faculdade que voltei a ter coragem de explorar novos mundos internos, como “Refém do Silêncio”, “Pane no Sistema” e “Parada Remota”.
Mas, antes de se tornar o lado mais alimentado da minha vida, a parte “escritora” ficou em segundo plano, para a parte “advogada” assumir a dianteira.
Eu sempre quis ser “a escritora”, mas o mundo “prático” acabou me empurrando para o caminho do Direito, que era uma escolha segura. Afinal, além de ser uma carreira mais estruturada, venho de uma linhagem de advogados – salvo engano, sou a 5ª ou 6ª geração na minha família.
No início, foi um caminho que trilhei “só para inglês ver” (história para outro post talvez?), mas acabei gostando do que aprendi. Pode não ser previsível ou intuitivo, mas sei que o meu lado “escritora” amadureceu muito por causa da “advogada”.
Há também – acreditem se quiserem – a “corretora de imóveis” e a “administradora de imóveis”, ambas funções que comecei a desempenhar de forma despretensiosa, mas logo foram crescendo em espaço na minha vida, principalmente por se mostrarem pilares flexíveis o suficiente para me permitirem pagar as contas, enquanto ainda construo e solidifico minha carreira como autora.
Aos poucos, construiu-se também a “palestrante”, que adora conversar com os jovens sobre comportamento e tecnologia.
Esse ano, iniciei a “feirante”, que em poucos dias, passou de uma pessoa extremamente tímida para alguém que adora abordar desconhecidos para apresentar os próprios livros – e dos meus amigos também.
Eu provavelmente estou esquecendo alguns lados meus. Outros eu ainda nem conheci.
Mas se preciso começar me apresentando, esse post está aqui para fazer isso – ou, pelo menos, tentar.
É um prazer te apresentar todos esses meus lados. Espero que você tenha gostado de conhecê-los.
E aí, quantos “vocês” existem dentro de você?
Com carinho,
Gisele, o caleidoscópio humano.
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